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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Mini Imagine com Harry Styles


Mini Imagine com Harry Styles


                           
                
- Oi – eu disse jogando a minha mochila no chão e sentando na bancada da aula de química junto com a (s/n), minha dupla.
- Oi Harry – ela sorriu de volta.
Ela abaixou a cabeça e ficou encarando o livro dela… Ah, como eu tinha vontade de beijar ela… Mas eu não podia. Não aqui, na frente de todo mundo.
Bom, a história é meio complicada: desde que nós começamos a ser uma dupla nas aulas de química, eu e ela ficamos muito próximos. Eu sentia uma atração muito forte por ela e, pelo visto, ela também me achava atraente. Nós nos pegamos uma vez em uma festa… E a gente tem ficado… Mas escondidos. Porque? Bem, digamos que o meu melhor amigo é o ex dela e, ia dar merda se ele ficasse sabendo… Sorte que (s/n) não se importava com isso, ela até achava esse lance meio… Excitante.
- Atenção, por favor! – o professor pediu – Vocês vão ter que fazer um trabalho para a feira de ciências envolvendo o que nós aprendemos em química nesse bimestre. Não adianta não fazer, o trabalho vale 1/3 da nota – todo mundo na sala protestou – E LEMBREM-SE, VOCÊS TEM 17 ANOS, ENTÃO NADA DE VULCÕES DE LAVA! – ele riu nos fazendo ficar literalmente desesperados.
Olhei para (s/n) e ela escrevia alguma coisa rápido no caderno. Sei lá, ela devia estar fazendo algumas anotações sobre o trabalho.
O sinal tocou e ela saiu rápido da sala, me deixando sozinho. Peguei a minha mochila e notei que tinha uma folha de caderno jogada na mesa.
“Sala do zelador? 3° período” – eu consegui claramente identificar a caligrafia da (s/n). Peguei a folha e dei um sorriso malicioso. Eu adorava aquilo.
[…]
Entrei na sala do zelador no 3° período. Ela estava com as luzes apagadas, mas eu conseguia enxergar um pouco.
Sem dizer uma palavra, (s/n) apareceu, fechando a porta rapidamente. Ela me viu e se apressou em me beijar. Uma corrente elétrica ultrapassou o meu corpo, uma consequência comum de quando nossos lábios estavam colados.
Nossas bocas se encaixaram perfeitamente. Eu envolvi ela em meus braços, apertando a cintura dela. Ela tinha as mãos na minha nuca, me dando leves arrepios. Nós tivemos que apartar o beijo, por causa da falta de folego. Colamos as nossas testas e ficamos nos encarando por um tempo. Ela se aproximou, eliminando os centímetros entre os nossos rostos. Em vez de ela me beijar, ela apenas mordeu o meu lábio inferior.
Aquilo foi o suficiente.
Fiquei extremamente excitado e não consegui me controlar. Empurrei ela contra a parede, derrubando esfregões, vassouras e produtos de limpeza. Coloquei as minhas mãos na bunda dela, apertando de leve. Comecei a beijar o seu pescoço, fazendo-a soltar gemidos baixos.
*BEEEEEM* o sinal para o 4° período tocou.
- Mas já? – eu perguntei irritado.
- Você está animado hein? – ela sorriu e pegou a mochila – Vamos fazer o trabalho de química hoje?
- Vamos – eu concordei – Me encontra no meu carro quando a aula acabar.
[…]
Eu estava sentado no banco da frente do meu carro, esperando a (s/n) aparecer.
- Oi curly – ela disse entrando no carro e sorrindo.
- E aí? – eu sorri de volta, dando um beijo na bochecha dela.
Mas bem na hora tinha gente passando e ela virou o rosto para disfarçar. Senti uma frustração invadir o meu corpo…
- Desculpa – ela falou baixo.
- Eu entendo – eu respondi.
Ela ligou o rádio para quebrar o estranho silêncio que tinha se formado entre nós. Nós paramos no sinal.
- Tá tudo bem? – ela perguntou colocando a mão na minha coxa, com uma proximidade muito perigosa ao meu membro.
- Tudo – eu engoli em seco. Ela estava tentando algum tipo de tortura?
- Ótimo – ela sorriu maliciosamente.
Seus lábios carnudos encontraram os meus, me deixando completamente perdido.
*BEEEEM* um carro buzinou, me acordando daquela condição imposta por ela e notando que o sinal já tinha aberto.
- Presta atenção no trânsito Harry – ela provocou.
Ela queria me enlouquecer. Só podia. Ela queria me deixar completamente louco.
[…]
- Chegamos – eu disse estacionando o carro na frente da minha casa.
Nós dois saímos, eu abri a porta e nós fomos em direção ao meu quarto.
- O que você quer fazer? – ela perguntou sentando na ponta da minha cama.
- Ahn – gaguejei sem reação.
- O trabalho, Harry! O que você quer fazer no trabalho? – ela refez a pergunta.
Aquilo era algum tipo de jogo?
Nós escolhemos uma opção que estava em um livro de química e começamos a testar.
- Agora você coloca o líquido vermelho – eu falei para ela indicando para o frasco.
- Não Harry, agora é o verde – ela negou lentamente.
- Mas eu tenho certeza absoluta que é o verm… – eu despejei o frasco junto com os outros componentes já misturados.
*BUUUUM* uma explosão de meleca roxa cobriu nós dois.
- HARRY! EU AVISEI QUE ERA O VERDE, RETARDADO! – ela disse irritada, mas com um certo humor no tom.
- Você não vai morrer, vai? É só uma gosma roxa! – eu tentei me defender, rindo com ela.
- Se essa gosma roxa não for radioativa e provocar furos na minha cara, sim! – ela brincou.
- Você é muito escandalosa – eu provoquei.
- Onde fica o banheiro? – ela perguntou, me ignorando.
- 3° porta a direita – eu a instrui.
Ela saiu do quarto e eu coloquei todo o nosso “projeto” de química fora. Sorte que minha mãe não estava em casa, senão ela ia me matar. Tirei a camisa e os jeans, ficando apenas de boxers.
- HAAARRY? – uma voz gritou do banheiro.
- Que foi? – eu perguntei.
- Pode me emprestar uma camiseta? – ela pediu.
- Claro – eu peguei uma qualquer e fui correndo até o banheiro.
Havia uma fresta na porta, e eu não consegui me conter e dei uma olhada no espelho. Consegui ver o reflexo dela. Ela estava parada na frente do espelho se olhando, apenas de calcinha e sutiã.
Aquilo já era demais para mim.
Sem hesitar, coloquei a mão na maçaneta e entrei.
- Ah, obrigado pela camiseta – ela agradeceu com um sorriso tímido por eu estar observando ela apenas de roupas íntimas.
Notei que ela lançou um olhar indecente para a minha boxer, mordendo o lábio levemente.
Estendi a camisa para ela, e quando ela colocou a sua mão sobre a minha, puxei ela, fazendo os nossos corpos ficarem juntos.
Coloquei as minhas mãos na cintura nua dela e apertei delicadamente enquanto eu ia espalhando beijos pelo pescoço dela.
- Nós estamos muito sujos não acha? – eu disse puxando ela para dentro do box do chuveiro, que era enorme.
Ela deu um sorriso descarado, ficando de costas para mim e girando a torneira lentamente. A água quente do chuveiro deslizava pelos nossos corpos. Ela colocou a mão no meu peitoral e começou a me beijar.
- Porque você continua com tanta roupa? – eu sorri frustrado e comecei a tirar o sutiã dela.
- Sua voz fica mais rouca e sexy quando você está excitado – ela sussurrou e colocou a mão dentro da minha boxer, massageando a minha virilha.
- Hm – gemi na orelha dela, para deixá-la excitada.
Ela continuou, percorrendo o caminho até o meu membro. Ela acariciou o meu membro, me fazendo perder o controle lentamente. Suas mãos começaram movimentos de masturbação. Fechei os olhos e puxei o ar entre os dentes. Repentinamente, ela tirou a mão da minha ereção, dando um risinho ao ver a minha cara de prazer sofrido. Ela tirou a minha boxer, a jogando no chão molhado, ficou de joelhos e segurou o meu membro. Me encostei na parede do box, com um leve calafrio subindo pelo meu corpo. Ela começou a lamber o meu pênis, o envolvendo com a sua língua. Suspirei e ela colocou-o na boca. Ela me chupava de um jeito diferente, que me fazia tremer da cabeça aos pés. Antes que eu atingisse o êxtase, envolvi minhas mãos em seus cabelos molhados e a puxei a para um beijo.
Ela coloquei a mão no elástico da calcinha dela, puxando a única peça de roupa que ainda a cobria. Admirei suas curvas por alguns segundos e voltei aos chupões que eu depositava na sua nuca. Seus seios roçavam contra o meu peito, causando leves arrepios enquanto ela arranhava o meu abdômen levemente. Escorreguei minha mão pelo seu quadril e inseri dois dedos na sua intimidade. Ouvir os gritos de prazer e ela chamando o meu nome, me deixaram completamente louco. Eu fazia movimentos circulares rápidos, arrancando gemidos dela. Fui diminuindo a velocidade dos movimentos, até quase parar. Ela abriu os olhos e me encarou, se perguntado se já tinha acabado. Apertei o meu dedo médio contra o clitóris dela, fazendo a morder o lábio com força e segurar o meu pescoço.
- Oh meu Deus! – ela disse chegando ao seu orgasmo feminino – Harry!
Eu dei um sorriso sacana ao ver ela naquele estado, praticamente implorando por mim.
Deitei ela no chão, e fiquei em cima dela, distribuindo beijos pelo seu maxilar. A água batia contra os meus cachos e deslizava sobre o corpo dela… Ela entrelaçou sua perna esquerda na minha cintura, nos deixando ainda mais próximos. Eu conseguia sentir a respiração ofegante dela batendo contra o meu pescoço, enquanto ela esperava por uma ação minha. Penetrei lentamente nela, arrancando gemidos de nós dois. Ela tinha os olhos fechados e uma expressão de prazer sofrido. Suas mãos passeavam pelas minhas costas, arranhando-me de leve com as suas unhas. Adquirimos um ritmo perfeito. Nós nos beijamos para abafar os gemidos que saiam altos demais. Estoquei-a e nós dois chegamos ao ápice ao mesmo tempo. Tirei o meu membro dela e me sentei ao lado dela.
- Você tirou o dia para me torturar hoje, né? – eu disse beijando o ombro dela.
- Claro que não Harry – ela respondeu com um certo sarcasmo na voz.
Nós nos olhamos e rimos. 

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