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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Imagine HOT Zayn Malik .


Você era a garota mais simpática e alegre da turma. Todo mundo te conhecia como a faladeira, a extrovertida, a que falava com todos, a popular. Não, não a popular por ser vulgar, mas por falar com todo mundo. Mas, você não era de ferro. Você era apaixonada por um garoto no terceiro ano - você era do primeiro. Zayn. Zayn Javadd Malik era o nome dele. Detalhes? Ele era perfeito. Olhos, cabelos, corpo, sorriso, perfume, voz, jeito… TUDO. Sei lá, até os defeitos dele viravam qualidades. Vocês se falavam, mas coisa simples. Oi, tudo bem, como vai a vida, tchau. O orgulho da parte dele, e a vergonha da sua parte era muito grande, e isso fudia com a sua vida.

Essa paixão secreta, que nem era mais tão secreta, porque dava pra ver nos seus olhos que você “vivia de Malik”, já durava uns 5 meses. Você começou a desconfiar que fosse amor, mas torcia pra que não fosse. Se já sofria daquele jeito com paixão, imagina com amor?

Naquela semana, parecia que ao mesmo tempo que as coisas davam certo, elas davam errado. Você descobriu que sua paixão tem uma queda por você, ou ele sabia mentir muito bem com aquelas palavras. Vocês se falavam por skype, então ele decidiu dizer que te achava bonita - e nem te fez sorrir igual uma boba - e que você já tinha certa “importância” na vida dele. Isso foi uma das coisas boas. Mas você se tocou de que ele era ZAYN MALIK. Pra quantas eles já poderia ter dito aquilo? PQP, ele tinha tanta menina perfeita aos pés dele, e ele te iludia daquele jeito? “Meu coração não é de ferro” - você pensava alto. No dia seguinte, na escola, ele veio falando contigo. Todo sorridente, te cumprimentou todo sorridente e puxou assunto - milagres acontecem - ficaram o intervalo inteiro conversando até que o sinal bateu.

–Zayn, tanta garota melhor e você ta cantando ela? - o amigo dele, capitão do time de futebol, filho da puta metido comentava com ele, rindo.

–É. - ele respondeu, com um sorriso torto meio “eu não sei o que eu falo, então vou falar isso”

“O QUE? ELE NÃO ME DEFENDEU? COMO QUE ELE PODE?” Você paralisou, boquiaberta no pé da escada. Você não conseguia entender. Seus olhos enxeram de lágrima e você só conseguiu correr pro banheiro. Suas amigas ainda não sabiam da conversa, então você resolveu deixar em off.

Duas semanas se passaram, você estava mais fria e ignorante por fora, e mais quebrada e triste por dentro. Aquela pessoa simpática e feliz tinha sumido.

–Oi.- ele vinha em sua direção toda contente, com aquele sorriso perfeito.

–Vai embora. - você era curta e grossa, e não olhava nos olhos dele.

–Não, eu não vou embora - ele te segurou pelo braço, fazendo você se virar - Mas que merda está acontecendo contigo?

Você tentou falar alguma coisa, mas você sentiu que se abrisse a boca, com cada palavra cairia uma lágrima. Você respirou fundo, se soltou e foi andando em direção a sua sala. Ele tentou mais uma vez falar contigo no intervalo, mas não deu certo. Você foi pra casa, e pra sua felicidade estava sozinha, poderia chorar, gritar, ficar a vontade pra tentar tirar aquilo de dentro de você. Cá entre nós, você sabia muito bem que amava aquele garoto. Decidiu deitar e cochilar, de tanto chorar e se preocupar ficou com dor de cabeça. Acordou uma hora depois, mais ou menos, com um barulho na sua janela. Eram pedinhas e quem as tacava? Zayn.

Você ia sorrir, mas lembrou que não “podia”. Abriu a janela e gritou mandando ele ir embora?

–Só vou ir embora se for contigo.

–Zayn Javadd Malik, sai do meu quintal.

–Sabia que, sua voz fica mais sexy quando me chama pelo nome inteiro? - ele sorria,fazendo você se perder e sorrir junto - Viu, você sorriu! Eu ganhei, agora me deixa entrar, por favor? Eu preciso conversar contigo.

–Zayn, eu… aaaaah, entra logo. Senão os vizinhos escutam e depois vão sair falando besteira.

–Vem cá me receber minha linda, to com vergonha.

–Ta bom, mas PARA de me chamar assim. Não sou sua, e pelo que eu to sabendo TEM GAROTAS MUITO MAIS BONITAS DO QUE EU TE QUERENDO.

Você chegou até a porta e abriu, parando de braços cruzados e cara de “fala logo, tenho mais coisa pra fazer”, ele veio andando, de cabeça baixa, todo coradinho. Que lindo que ele era envergonhado. Parou na sua frente, levantando a cabeça e te olhando nos olhos:

–Me deixa entrar, por favor. Não vou assaltar sua casa. - ele riu

–Entra então. - você dava espaço e virava pra fechar a porta - Tá, o que você quer?

–Para, por favor. Não tenta ser fria. Você não é assim.

–Você não me…

–Calma, não fala nada. Deixa eu dizer o que eu tenho pra dizer.

Você cruzou os braços, “deitou” a cabeça nos seus próprios ombros e fez cara de “aaah, bonzão, então vai, fala”.

–Cara, do nada você ficou estranha e eu sei o porque. Bem que dizem que garota se estressa com tudo. Eu não disse pra você que você era especial? Sim, eu disse. E disse porque você realmente É especial pra mim. Desde a primeira vez que te vi. Eu conheci aquela garotinha alegre, simpática, extrovertida que falava com todo mundo. E aquela garotinha, que ta ai, dentro de você, eu sei, ela é a única que consegue me deixar assim, sem jeito. Ela é a única que consegue mexer comigo, ela é a única que consegue me conquistar a cada dia, desde 5 meses atras. Aquela, ou melhor, ESSA garota é você. É a garota que eu quero pedir perdão mil e uma vezes, é a garota que eu quero ter nos meus braços, é a garota que eu quero chamar de minha, é a garota que eu quero dormir agarradinho numa noite fria, é a garota que eu quero que me queira. É você.

Você não conseguia falar nada, nem fazer nada. Ele simplesmente se aproximou de você e te abraçou:

–Por favor, me perdoa. Por favor.

–M-mas é claro que sim.

Ele te soltou e te beijou. Você se sentia completa, era aquilo que faltava. Depois de um tempo, vocês pararam de se beijar, maldito oxigênio…

–É, valeu a pena esperar. - você falava sorrindo enquanto abaixava a cabeça - Pensei que esse dia nunca ia chegar.

Ele ria e vocês se encaravam por alguns instantes, até que voltaram a se beijar. Beijos e cafunés, clima super fofo rolando, até que ele se sentou no sofá, e te colocou no colo dele. Ops, o clima tava esquentando.

Ele tirou a camisa e continuou a te beijar. Pouco tempo depois a sua camiseta foi arrancada e jogada em qualquer canto daquela sala. Falta de oxigênio, de novo:

–Se segura - ele ria levantando - vamos pro quarto.

–Hey, você nem sabe onde fica o quarto!

–Você me guia.

Você entrelaçou as pernas na cintura dele e ensinava o caminho até o quarto, rindo. Ele te colocou na cama e continuou a te beijar, te “empurrando” fazendo você ir subindo até chegar na parte de cima da cama. Você se deitou e puxou ele pra cima de você. Os beijos e arranhões e mordidas que faziam o clima. Em questão de segundos, só estavam de lingerie - velocidade nessas horas é indispensável - Ele te fazia sentir uma princesa. Ao mesmo tempo que o clima esquentava, a fofura não sumia. Ele tirou seu sutiã e começou a acariciar seus seios, te fazendo gemer baixo. Começou a descer, dando beijos no seu pescoço, seios, barriga até chegar na sua calcinha. Não tirou, desceu para a parte interna da sua coxa, beijando, chegando na virilha, te fazendo gemer um pouco alto. Depois de um tempo, voltou a subir, beijando seu corpo, até chegar na sua boca. Sua mão acariciava os cabelos dele, enquanto a mão dele contornava seu corpo. Você dava leves arranhões nas costas dele enquanto ele colocava a dele por dentro da sua calcinha. Ele começou a te masturbar, fazendo você enfiar sua unhas nas costas dele. Logo depois ele tirou sua calcinha e tornou a descer. Ele começou a dar beijinhos e logo colocou a língua em seu clitóris. Você estava perdida. Puxava o cabelo dele, tentava conter o gemido enquanto puxava o lençol. Logo ele voltou a subir e enquanto beijava seu pescoço, você sussurrou no ouvido dele:

–Agora é minha vez, garanhão.

Ele se virou, de maneira que ele ficou deitado. Você começou a beijá-lo, dar mordidas na orelha e chupões no pescoço. Foi descendo pelo peitoral dele, até chegar na boxer. Você colocou a mão no membro dele, por cima da boxer e começou a fazer movimentos circulares:

–Não faz isso não - ele dizia rouco, sendo totalmente irônico.

–Eu sei que você tá gostando… Da pra perceber, se é que você entende. - vocês riam.

Você tirou a boxer dele e segurou no instrumento. Começou a subir e descer sua mão, bem devagar.

–Acelera - ele gemia

–Não… Não é assim que fala. - você era muito maldosa.

–Não me faz sofrer assim cara.

– Vai, eu quero ter certeza que você quer isso.

– Acelera, por favor.

Você foi aumentando a velocidade, não de uma vez. Pouco tempo depois, colocou na boca e continuou, aumentando a velocidade. Ele gemia seu nome, e pedia pra você não parar.

Você parou e voltou a beijá-lo. Ele te olhou com carinha de cachorro que caiu da mudança, pedindo “permissão”. Você só sorriu:

–Zayn, e-eu não sei, eu nunca fiz isso antes. - você estava timida, por incrivel que pareça.

–Hey, princesa, tu confia em mim?

–Claro, príncipe. Mas, eu to com medo.

–Pequena, se não quiser, tudo bem. Eu quero que você tenha a primeira vez mais perfeita do mundo, mas pra isso tem que estar preparada.

–Mas eu quero, eu to preparada.

–Vem cá meu anjo - ele te beijava.

Ele segurou suas mãos, entrelaçando seus dedos, e te virou, fazendo você deitar novamente na cama:

–Olha, se quiser que eu pare, você me avisa, ta?

–Tudo bem.

Ele te beijou, e não soltou suas mãos, querendo transparecer confiança. Aos poucos eles foi te penetrando e você mordia os lábios dele. Ele soltou uma das suas mãos e colocou nas suas costas, colando mais ainda seus corpos. Você frincou as unhas nas costas dele e ele te olhou com cara de “quer que eu pare?” e você balançou a cabeça em sina negativo. Você estava gostando daquela dor, era prazerosa.

IUPI, entrou tudo. Ele parou de te beijar e sorriu:

–Desculpa, eu te machuquei.

–Como se eu não tivesse gostado, agora continua - vocês dois riram, maliciosamente e o movimento vai e vem começou.

Vocês se mordiam e se arranhavam enquanto o movimento aumentava de velocidade. Chegaram ao ápice juntos e então ele se deitou do seu lado:

–Príncipe, obrigada. Foi perfeito. - você dizia sorrindo, enquanto dava um selinho demorado.

–Anjo, se prepara, que ainda vai ter muito mais pela frente. - ele ria, acariciando seus cabelos. - eu te amo, desde a primeira vez que eu te vi.

–Eu que te amo, moze.

e ali adormeceram. Um no braço do outro, da mesma maneira que nos anos seguintes.

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